SUICÍDIO E O PERVERSO JOGO BALEIA AZUL: QUANDO A PALAVRA CALA E A AÇÃO FALA

O suicídio figura entre as três principais causas de morte de pessoas que têm de 15 a 44 anos de idade. Segundo os registros da Organização Mundial de Saúde (OMS), ele é responsável anualmente por um milhão de óbitos (o que corresponde a 1,4% do total de mortes).
O jogo da "baleia azul", série de 50 desafios cujo objetivo final do jogador é acabar com a própria vida, está movimentando as redes sociais. O jogo consiste em uma série de desafios diários, enviados à vítima por um "curador". Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve "desenhar" uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar.
O conjunto de tarefas se tornou preocupação para autoridades de diferentes países. A origem do jogo que incentiva o suicídio não é conhecida, mas os primeiros relatos surgiram na Rússia.
O objetivo da ação é compreender os aspectos epidemiológicos e comportamentais do suicídio e sua relação com o jogo "baleia azul", sendo para isso necessário descrever o conceito de suicídio; destacar a fisiologia do comportamento suicida; descrever as principais características do jogo baleia azul e suas relações com o comportamento suicida; Apresentar as principais ferramentas de diagnóstico e tratamento.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Manhã:

- Conceito de suicídio;
- Aspectos epidemiológicos do suicídio;
- Neurofisiologia do suicídio;


Tarde:

- Aspectos psicológicos do suicídio;
- Interfaces entre suicídio e o jogo baleia azul;
- Metodologias de intervenção para tratamento.

Palestrante: Adriana Dantas e Fábio Torres

 Adriana Dantas – Psicóloga Clínica e Especialista em Neuropsicologia – FAINTVISA/ESUDA  Fábio Torres – Biólogo e Mestre em Patologia – UFRPE/UFPE

Local do evento: Auditório da Faculdade ESUDA

Data do evento: 12 de Agosto de 2017 das 08:00 às 17:00.